
C.E.A.P |
 Nadia A. Bossa e Patricia L’ Bossa de Campos, responsáveis pelo C.E.A.P |
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Ele chuta, quebra, vai mal na escola, briga com os irmãos, agride os pais com palavras, cria problemas na escola, enfim, combinando algumas dessas condutas, a inúmeras outras mais ou menos graves. O FILHO REBELDE possui um padrão de comportamento que pode ser facilmente superado ou transformar-se em síndrome de natureza psicopatológica, ou seja além de outras coisas, tornar-se um desajustado socialmente.
Várias são as circunstâncias em que se utiliza o conceito rebelde, mas a questão a ser analisada consiste na concepção de rebeldia seria uma forma de conduta, efêmera ou não, que possui causas desencadeantes.
São essas causas desencadeantes que precisam ser detectadas e analisadas, dito em outras palavras é importante que pais, professores, amigos e familiares tenham claro que uma forma de conduta inadequada não instala por acaso e que não tratada a tempo adquire caráter irreversível.
Não podemos esquecer no entanto que não só a sociedade é lesada por um indivíduo desajustado, mas que principalmente esse indivíduo vive extremamente infeliz.
A prática mostra que muitas vezes, os verdadeiros responsáveis, por tais situações não se apercebem de sua participação efetiva nesse processo, ficando as verdadeiras causas camufladas.
Só uma reflexão profunda sobre a questão pode orientar os pais quanto a postura adequada diante do problema. Muitos pontos podem ser revistos na prática educativa.
Podíamos começar por perguntas do tipo: - Tenho total consciência do meu papel na vida do meu filho?
Ou uma pergunta bem simples: - Já conversei com meu filho hoje?
Isso poderia ser início, pois cada pai, cada mãe, saberia buscar no seu intimo o questionamento apropriado.
A partir desta edição estaremos abordando nesta coluna assuntos relativos à dinâmica familiar e à distúrbios de aprendizagem.
Colocamo-nos a disposição para responder cartas enviadas aos cuidados deste jornal.
Psicologia - Nadia Aparecida Bossa |
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