
C.E.A.P |
 Nadia A. Bossa e Patricia L’ Bossa de Campos, responsáveis pelo C.E.A.P |
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Se fizermos tudo o que pudemos para promover o crescimento pessoal de nossos filhos, teremos que ser capazes de lidar com resultados espantosos. Se nossos filhos vierem a se descobrir não se contentarão em descobrir qualquer coisa, mas na sua totalidade em si mesma e isso incluirá a agressividade e os elementos que podem ser chamados de amorosos.
Com alguns de nossos filhos teremos sorte se nossa ajuda lhes permitir o brincar, o sonhar, ser criativo de maneiras satisfatórias; entretanto, mesmo assim, a estrada que leva até ai poder ser pedregosa. Em qualquer caso cometeremos equívocos e esses equívocos serão vistos e sentidos como desastrosos e nossos filhos tentarão fazer-nos sentir responsáveis por contratempos mesmo quando não formos realmente.
Como é difícil amar nossos filhos, e diante de cada fracasso admitir que quando pensávamos estar acertando, erravamos.
Para sermos pais suficientemente bons devemos oferecer aos nosso filhos a oportunidade de discutir e resolver juntos os problemas comuns da família, mas não sobrecarregando-os com nossos distúrbios emocionais não-resolvidos.
Se os pais aceitassem esta parceria, o ambiente familiar de solidariedade e espontaneidade seria desenvolvido e entendido para o mundo extra-familiar, ou seja amigos, escola, trabalho, etc. E não teriam que se surpreender quando seus filhos, não quisessem falar de seus próprios problemas.
E a recompensa viria e teríamos que estar preparados para sentir ciúmes de nossos filhos, e nos sentimos recompensados se nossa filha algum dia nos pedir para tomar conta do filho dela demonstrando com isso sua confiança ou se nosso filho algum modo quiser ser como nós. As recompensas chegarão indiretamente.
E naturalmente saberemos que não nos agradecerão, como nós também não agradecemos.
Psicologia - Nadia Aparecida Bossa |
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